sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Réquiem, Opus 48 - Gabriel Fauré
Libera Me
Liberte-me, Senhor, da morte
eterna, que naquele dia
Quando os céus e a terra
se moverem
Quando virá julgar o mundo com fogo
Eu estarei temeroso, até que
seu juízo esteja sobre nós.
Ah, aquele dia, dia de ira, de
calamidade e miséria, dia de
grande amargor.
Dê-lhe o descanso eterno, Senhor,
E que a luz perpétua os ilumine.
liberte-me, senhor, da morte eterna.
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Reflexões
(...) A arte é algo que está em vida, ou seja, algo que irradia uma vibração, uma presença. (...)
Luís Otávio Burnier
Lume
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